19 de ago. de 2011

Práticas Chinesas no Mundo Corporativo

Ginástica Laboral:
Prática voluntária de atividades físicas realizadas coletivamente pelos trabalhadores, dentro do próprio local de trabalho, durante sua jornada diária que, por meio de exercícios específicos, tem como meta prevenir ou amenizar doenças decorrentes das atividades que desempenham.
Há alguns anos, boa parte das grandes e médias empresas reconheceu o valor dessa prática, verificando que a produtividade está diretamente relacionada à saúde e à qualidade de vida de seus empregados. Pesquisas e estatísticas comprovam a eficácia de atividades físicas laborais, justificando o investimento das organizações para promover a saúde mental, amenizar o estresse, colaborando para combater males decorrentes do sedentarismo e de esforços repetitivos.
O primeiro registro dessa prática vem da Polônia, datado de 1925, denominado "Ginástica de Pausa". Anos depois, a mesma iniciativa surgiu na Holanda e na Rússia. Na década de 60, atingiu outros países da Europa e logo depois o Japão, onde ocorreu a consolidação e a obrigatoriedade da GLC - Ginástica Laboral Compensatória. No Brasil, teve início somente em 1973, na escola de educação Feevale, com um projeto de Educação Física Compensatória e Recreação.

SIPAT
A Semana Interna de Prevenção de Acidentes no Trabalho-SIPAT tem como finalidade básica divulgar, orientar e promover a prevenção de acidentes, a segurança e saúde no trabalho quanto a doenças ocupacionais. É uma das atividades obrigatórias a todas as Comissões Internas de Prevenção de Acidentes-CIPA, devendo ser realizada com frequência anual. A SIPAT é regida pela Portaria nº 3.214, NR-5, item 5.16, que define como uma das atribuições da CIPA: “Promover, anualmente, em conjunto com o Serviço Especializado em Segurança e Medicina do Trabalho (SESMT), a Semana Interna de Prevenção de Acidentes do Trabalho –SIPAT”.

Tenho tido a oportunidade de participar de diversos programas envolvendo ginástica laboral, SIPAT e eventos correlatos como: Semana de Qualidade de Vida, Semana da Saúde, Semana de segurança no Trabalho e Semana do Meio Ambiente, além de encontros de integração e treinamentos na área de recursos humanos em diversas empresas. Além de outras atividades uso o Tai Chi Chuan como ferramenta para movimentar o corpo, a mente e o espírito. Como recursos utilizo de palestras, vivências em grupo, aquecimento e alongamento físico, automassagem, meditação, exercícios energéticos (Qi gong), bem como o próprio treino dos movimentos específicos do Tai Chi, envolvendo suas formas mais simples e conceituais, além de aplicação de massagem e acupuntura.
O Tai Chi envolve a prática de movimentos lentos e é baseado em vários princípios, incluindo a plena consciência, ou consciência da mente alerta, a consciência da respiração e o relaxamento ativo.

Estudos e pesquisas estão sendo feitos sobre os benefícios do Tai Chi em seus praticantes, e o mais recente refere-se à melhoria da memória e da concentração. Ao se trabalhar a parte central do cérebro com a questão coordenação motora, o treinando busca memorizar o movimento dentro da sua sequência, promovendo um estímulo no funcionamento cognitivo.

Marcus Evandro


Abaixo, algumas das empresas com as quais fiz, ou ainda faço as atividades nos eventos acima descritos:


                     


                        


29 de jul. de 2011

Mérito Profissional em Ciência da Acupuntura

No dia 12 de julho deste ano, o Dr. Wang Hsiao Po 晓波, Médico da Tradicional Medicina Chinesa, recebeu o Mérito Profissional em Ciência da Acupuntura da Academia Brasileira de Arte, Cultura e História. A outorga da referida láurea foi realizada em solenidade comemorativa aos fatos históricos do mês de julho, no salão Branco do Palácio do Buriti, Presidida pelo Governador Agnelo Queiroz.
Na ocasião, personalidades dos diversos segmentos de nossa sociedade foram homenageadas. Houve também coquetel, apresentações artísticas e a exposição das esculturas de Luiz Gagliastri denominada "A Sonhar, Venci Mundos" com a temática de Dom Quixote. Quem quiser conferir, a exposição segue até 13 de agosto de 2011, no Palácio do Buriti.

Dr. Wang, chegou em Brasília no ano de 1994 a convite de seus alunos nas diversas áreas da MTC-Medicina Tradicional Chinesa como: Massagem Tui Ná, Acupuntura, Tai Chi e também do Kung Fu, quando ainda morava em São José do Rio Preto, primeira cidade que o acolheu no Brasil por 6 anos.
Desde então montou seu consultório de acupuntura e se dedicou a desenvolver seu ofício em Brasília, nunca esquecendo as atividades físicas, onde formou grande parte dos professores de Kung Fu e Tai chi que atuam em nossa cidade e atletas que alcançaram níveis nacionais e internacionais.

Parabéns Mestre Wang pelo reconhecimento de seu trabalho.

19 de jul. de 2011

Aplicações da prática de Tai Chi Chuan, Chi Kung e Lian Gong

Uma das disciplinas que ministro no curso de formação em acupuntura da Enac-Escola Nacional de Acupuntura de Brasília, denomina-se: “Tai Chi, Qi Gong & Lian Gong”. Essa matéria tem como objetivo disseminar a cultura chinesa, além de fazer com que os alunos treinem posturas físicas e mentais de preservação e processos energéticos que aperfeiçoarão seus tratamentos e promoverão assepsia pessoal entre os atendimentos.
Com apenas 40 horas/aula não se pode ter a pretensão de ensinar formas, técnicas e conteúdos filosóficos mais profundos do Taiji, do Qigong e do Lian gong. É pouco tempo para que todos aprendam a executar até mesmo uma das séries mais simples do Taiji, os 24 movimentos.
O que mais importa é mostrar a necessidade que o formando em uma terapêutica bioenergética tem em buscar o conhecimento e, principalmente, praticar regularmente, visando ao desenvolvimento de sua habilidade e percepção energética. Com a prática constante; obtenham destreza na auto regulação de seu holochacra (complexo de meridianos e chakras), flexibilidade e fortalecimento físico para a prevenção e tratamento pessoal, bem como, tenham ferramentas terapêuticas para oferecer aos seus interagentes.
Fica claro no decorrer do curso que, com a adoção de um treino regular a pessoa pode obter outros valores, principalmente, o processo de autoconscientização holossomática (corpo – mente – espírito), e as técnicas de assepsia energética pessoal, do ambiente de trabalho e do interagente em tratamento.
Ao nos depararmos com a realidade da dimensão energética, vislumbramos outros cuidados diários, além dos que habitualmente estamos acostumados, como a higiene, atividade física e nutrição. Todos esses conceitos se aplicam ao corpo energético com técnicas específicas e procedimentos diários que promovem a nutrição, o fortalecimento e a limpeza desse veículo mais sutil de manifestação da consciência.
Como substrato dessa disciplina do curso regular de acupuntura, criei um curso extra de apenas 8 horas/aula, denominado: “Assepsia e fortalecimento energético no cuidado do cuidador. Ao desenvolver o curso, procurei ir direto ao cerne do assunto, sem floreios, com exercícios práticos eficazes para o cultivo do Qi, onde utilizamos meditação aliada a processos de circulação energética, dentre eles o EV-Estado Vibracional, transmitindo e praticando vários modos de instala-lo em nossa psicosfera(aura).
Esse treinamento pode ser aplicado inclusive no âmbito corporativo, no intuito de promover maior integração entre os membros das equipes, aumento do nível de criatividade para o desempenho das atividades profissionais e melhora da imunidade física, mental e emocional.
Aguardem as próximas datas desse curso extra para o segundo semestre de 2011.


30 de jun. de 2011

As Quatro Técnicas primárias de mãos do Tai Chi

São oito movimentos básicos de mãos no Tai Chi, que se dividem em técnicas primárias e secundárias.
As quatro técnicas primárias, ou os quatro lados – peng, lu, ji e an (pronuncia-se pan, li, ti, an), tem sua tradução como: aparar, desviar, pressionar e empurrar.

Este conjunto de quatro movimentos é chamado dentro das diversas formas por: 揽 雀 尾, Lǎn què wěi, ‘Agarrar o pardal pela cauda’, ou ‘abraçar a calda do pássaro’.
Alguns o denominam de ‘Abraçar o tigre e levar para a montanha’.
Por deter as principais técnicas do tai ji e estar presente nas formas de quase todos estilos ou famílias, também é conhecido pelo nome “Pequeno Tai Chi”.

Os quatro lados (Si zheng 四正)
Péng             (aparar)
                  (desviar)
                   (pressionar)
Àn                 (empurrar)

“ A força começa no calcanhar, é controlada na cintura, materializa-se nas mãos e é exercida a partir da coluna, com atenção total.” Mestre Li Yi Yu (família WU)

A importância em se conhecer o funcionamento dessas técnicas está propriamente no aprofundamento na essência do Tai Ji Quan, já que em toda expressão dessa arte realiza-se uma das técnicas Peng, lu, ji, an, que não são ações padronizadas, mas sim conceitos.
Todo movimento de expansão, de contenção de um ataque, realiza-se a técnica Peng (aparar).
Do mesmo modo, no movimento de defesa onde desvia-se a direção da energia de ataque para um lado ou para o outro, realiza-se Lu (desviar).
Na disputa de força, na contenção de um ataque, concentra-se a defesa em só ponto, ponto esse que deslocará o adversário do seu equilíbrio em diagonal. Nesse momento realiza-se o Ji (pressionar). Essa sempre será uma técnica intermediária em que necessita-se de uma finalização. Ao deslocar o oponente, que ficará sem seu centro de equilíbrio, haverá a necessidade de usar um complemento, um movimento de ataque(An) ou mesmo de defesa (Lu).
E finalmente o ataque propriamente dito, promovendo um deslocamento direto, com a técnica An (empurrar).

Isso tudo fica mais claro com a vivência do treino do Tui Shou, movimentos espontâneos feito em dupla, onde experimenta-se a criatividade, a flexibilidade e o equilíbrio, além da concentração e do cultivo do Qi, habilidades desenvolvidas pela prática do Tai Ji Quan.

Observamos no vídeo a execução da técnica solo, após a saudação (Ti Ni) e o movimento padrão inicial do Tai Chi (também conhecido por ‘Levantar a água’).
Após a repetição de 3 vezes o peng, lu, ji, an, finaliza-se com ‘Mãos Cruzadas’, saudação final e volta-se para a ‘Postura do Princípio infinito’.

No próximo vídeo podemos observar a execução dos mesmos movimentos acima, quando da apresentação do Tai Chi 24 formas em mandala-4 direções, na comemoração do dia mundial do Taichi & Qigong em abril de 2011, na PHU - Praça da Harmonia Universal em Brasília.



OBS.:Além das práticas diárias de TAI CHI nos horário de 7h30 na PHU, entre-quadra 104/105 norte, temos treinos toda segunda, quarta e sexta às 7h30 no PARQUE OLHOS DÁGUA - 414 NORTE. (Informações: 061-9.9954.7334)

31 de mai. de 2011

Carta Aberta dos Estudantes de Acupuntura

 Carla Matsue (PR), Francisco Vorcaro (ES), Pedro Ivo (DF),
Silvia Bighetti (SP),Alberto Cantídio (MG), Roberta Blanco (RJ),
Gu Hanghu (DF),Gu Zhou-Ji (DF), Ricardo Antunes (DF)

No sábado, 28 de maio, foi realizado em Brasília, DF, o  ENAPEA - Encontro NacionaL de Profissionais e Estudantes de Acupuntura. Evento profícuo, muito bem elaborado, com sucesso de público, e que gerou a Carta Aberta dos Estudantes de Acupuntura da Escola Nacional de Acupuntura - ENAc. Carta essa que já é considerada um marco no processo de Resistência e legitimação da Acupuntura/ MTC no Brasil. Parabéns ao Sávio RochaDaniel Caltabiano e a todos os envolvidos, de alguma maneira no processo.
"Nós, alunos da Escola Nacional de Acupuntura, gostaríamos de compartilhar nossos pensamentos, sentimentos e expectativas em relação ao caminho dentro do estudo da Medicina Tradicional Chinesa. Unidos por um interesse comum pela Saúde e pelas Ciências Médicas, dispusemo-nos a explorar essa racionalidade médica milenar, e nos deparamos com sérias limitações que dificultam o florescer desse conhecimento em nosso país.
A acupuntura tem seu próprio corpo teórico e prático original, desenvolvido ao longo de 4000 anos, sem paralelo com nenhuma outra profissão de saúde ou terapia holística. No entanto, o que se vê atualmente em nosso país, são tentativas de diminuir essa Ciência Medica Oriental e transformá-la em um mero ramo de racionalidades completamente distintas.
A acupuntura (termo que aqui vai significando a totalidade da medicina chinesa) não é uma mera especialidade ou habilitação, uma mera técnica ou prática. Não é uma simples terapia integrativa e complementar, mas integral e auto-suficiente, e justamente por isso ela não pode ser submetida a outro sistema de pensamento, que é o que tanto se tenta fazer. Ela não pode ser assimilada ao sistema médico ocidental, não por mero capricho de profissionais e estudantes da acupuntura que não tinham uma graduação prévia em outras áreas de saúde, mas por impossibilidade epistemológica, que invalida de pronto qualquer tentativa nesse sentido. Transformar a Medicina Tradicional Chinesa em mera especialidade de uma racionalidade alheia, aprendida em alguns finais de semana de estudo, é o mesmo que aplicar as normas do Português a um idioma estrangeiro, e depois, ainda por cima, taxá-lo de incompreensível e ineficaz!
Ineficaz!? Senhores da ciência, homens e mulheres estudados, dignos membros da classe política, a Medicina que por milênios permaneceu incólume, como sustentáculo da saúde de uma imensa nação, merece ser questionada dessa forma? Sujeitada a experimentos por aqueles que nem ao menos se deram ao trabalho de entender sua linguagem, seus símbolos, seus princípios? Estamos certos de que a sua sensatez não permitirá tal desrespeito.
Por isso, pedimos que escutem nosso apelo. A Verdade, senhoras e senhores, não disputa mercado. A Sabedoria é um tesouro de tamanha vastidão que não podemos nunca pretender possuí-lo por completo; um tesouro cujas raízes se estendem desde o mais remoto passado ao futuro inimaginável, um tesouro que não limita nem separa, mas que integra. Tampouco diz respeito apenas ao que é tangível, mensurável e comparável, incluindo também o tradicional, passado de geração em geração, não raro contrariando os princípios mais básicos daquilo que entendemos como ciência, mas nem por isso menos válido, menos seguro ou menos efetivo.
Nós somos estudantes, e com humildade lhes dirigimos essas palavras: reconhecemos os anos de caminhada que os tantos profissionais de Saúde já formados têm à nossa frente, mas lembremos, todos nós, que as décadas de estudo que um homem pode acumular em sua vida nada são perante os milênios de existência da Medicina Tradicional Chinesa e de outros tantos tesouros inestimáveis de sabedoria que existem em nosso mundo. Relegar esse conhecimento ao banco de reservas da nossa “Ciência Moderna”, criança recém engendrada em nosso bojo ocidental, é um desrespeito sem tamanho.
Não estamos aqui para desferir alfinetadas ou agulhadas contra qualquer racionalidade, muito menos contra os frutos dos avanços do nosso próprio Ocidente. Nossas agulhas estão a serviço do bem, da saúde e da harmonia. Louvamos os avanços das frentes científicas ocidentais, cujo valor inestimável reconhecemos inteiramente. O que queremos é apenas o devido respeito e a merecida atenção ao progresso já há muito alcançado pelos irmãos da Ciência Médica que nos legaram os conhecimentos e as técnicas da Medicina Tradicional Chinesa. 
Quando falamos na criação de uma graduação em acupuntura, o que estamos pedindo é a oportunidade de explorar a fundo essa ciência tão antiga, que não é meramente uma técnica complementar nem apenas uma especialização, como já foi explicado. É por isso que queremos uma graduação em Acupuntura, com duração de pelo menos quatro anos e grau de bacharel ou equivalente, com todas as diretrizes curriculares estabelecidas em lei e contemplando todos os princípios e peculiaridades desse maravilhoso sistema médico. Só assim evitaremos que a grande Medicina Chinesa se limite à simples repetição de protocolos prontos e impensados que se faz na dita “acupuntura científica”
Não é possível apreender tantos séculos de sabedoria em apenas 180 ou 360 horas, um final de semana por mês. Por isso, acreditamos que a acupuntura é de todo incompatível com um modelo de habilitações e especializações. Infelizmente, a maioria da população – incluindo aí muitos pretensos acupunturistas – desconhecem essas particularidades da racionalidade médica chinesa, o que torna essencial uma campanha informativa acerca das características, vantagens e desvantagens da acupuntura e demais práticas dessa fantástica ciência. São várias as pessoas que afirmam só aceitar fazer acupuntura com médicos ou outros profissionais que já tenham graduação prévia em alguma ciência da saúde, o que demonstra o desconhecimento e desinformação reinantes, situação que exige reparação urgente.
Que fique bem claro que o que estamos dizendo não é que profissionais vindos de outras áreas da saúde sejam incapazes de fazer boa acupuntura. De forma alguma: suas formações prévias têm muito a contribuir para a excelência do profissional. Porém, é imperativo que o ele se empenhe em conhecer toda a ciência médica chinesa, do zero, despindo-se de todas as pré-concepções adquiridas em sua formação original – o que, convenhamos, é nitidamente incompatível com um modelo de especializações. Ou seja, a Medicina Chinesa é uma ciência independente, e por isso também tem de ser vista como uma formação autônoma.
Além disso, a acupuntura tem um potencial incrível como método preventivo e de tratamento para as massas, por conta de seu baixo custo e notável eficácia (obviamente, desde que respeitados seus princípios norteadores). Sempre foi assim, desde seu surgimento na antiga China, e não há razão para que não o seja também no Brasil da atualidade. O lugar da acupuntura não é apenas dentro das clínicas, mas acessível a todos aqueles que dela necessitarem, inclusive dentro do SUS, mas de modo diferente do que é feito hoje: não por pretensos especialistas, mas por acupunturistas em especial.
A Medicina Chinesa tem de ser praticada por profissionais graduados em Acupuntura. Não queremos uma acupuntura fatiada e descaracterizada, mas preservada em sua totalidade, como Patrimônio Cultural Intangível da Humanidade que ela é. É um saber tradicional, devendo portanto ser tratada como tal, e não necessariamente se opondo à ciência nos moldes ocidentais. Cabe à comunidade científica uma postura mais receptiva, sem preconceitos contra aquilo que não compreende, por não lhe ser familiar.
Como estudantes, o que esperamos do futuro é um curso de graduação estruturado e respeitado, uma profissão reconhecida e valorizada em cooperação com as demais profissões da saúde, mas sem interferência dessas. Queremos a Acupuntura integral, e queremos que todos saibam que acupuntura é com acupunturista.

Brasília, 28 de maio de 2011
Redigida por Sávio Rocha da Silva"