29 de mai. de 2014

CONVITE ao Tai Chi do Parque OLHOS D´AGUA

No feriado do último dia 21 de abril tivemos a inauguração desse evento semanal, que para a nossa surpresa, apesar do horário e do aniversário de Brasília, contamos com 52 presentes.
Supervisão dos Mestres




O Café da manhã após o treino








Agradecemos a presença da grande familia do TaChi, muito grato também pela presença do Mestre WOO e do Mestre Hsiaopo Wang, dos amigos, interagentes e também pela presença dos filhos, netos e genro.




CONVITE:
Convido a todos a participar dos treinos de Tai Chi Chuan toda Segunda e Quarta as 7h30 no parque Olhos D´agua no final da asa norte, quadra 414 norte.
Nosso treino está sendo realizado no gramado bem em frente ao portão principal do parque, que fica perto da entrada da SQN 214.
O programa de uma hora de atividade segue os moldes da Praça da Harmonia Universal da EQ 104/105 norte, conduzido a 40 anos pelo mestre Woo.
Além dos fundamentos e da parte interna do Tai Chi, no tocante a construção da raiz, da atenção e movimentação do Qi no Tan Tien, do alinhamento e ressonância com o Tao, vamos observar:

5 de abr. de 2014

OLVE “Oscilação Longitudinal Voluntária de Energias”

Por: César Machado em seu blog: ESTADO VIBRACIONAL

Participei junto com meu amigo, o terapeuta Marcus Evandro, nos dias 11 e 12 de janeiro de 2014, de dois cursos ministrados em São Paulo sobre bioenergias focados no Estado Vibracional: “Autodomínio do Estado Vibracional” e ”Energizador Lúcido”. Os instrutores foram os pesquisadores e professores de Conscienciologia Nanci Trivellato e Wagner Alegretti.

Wagner e Nanci dedicam-se há muitos anos a pesquisa das bionergias, dentre outros assuntos parapsíquicos. São diretores da IAC – Academia Internacional da Consciência, cuja atuação até pouco tempo não incluía o Brasil. A realização desses cursos faz parte dos planos dessa instituição em estender sua atuação pelas principais cidades do país.

Após anos ensinando pessoas de todo mundo a mobilizar bioenergias e aplicar a técnica do EV – Estado Vibracional, os professores acumulam a impressionante marca de mais de 2000 pessoas atendidas, o que lhes confere respeitável experiência nesses assuntos. De fato, não creio que existam pessoas conhecidas que entendam mais do assunto, seja conceitualmente, seja em termos práticos.

Os cursos, embora rápidos, foram riquíssimos em conteúdo, com incontáveis exemplos de casos que acompanharam que embasam os conceitos desenvolvidos sobre o EV.

Vou me deter somente no aspecto que considero o mais simples e, ao mesmo tempo, mais importante de todo o curso, em termos gerais.

OLVE “Oscilação Longitudinal Voluntária de Energias” é o termo criado por esses pesquisadores para ser usado em lugar de “circulação fechada de energias” como parte de uma iniciativa em tornar mais técnicos, sistemáticos e precisos os procedimentos relacionados a mobilização de energias que levam ao EV.


Segundo os pesquisadores, muitas pessoas equivocam-se, acreditando que estão fazendo a OLVE corretamente, quando não é isso o que acontece. Também equivocam-se ao acharem que atingiram o EV quando na realidade isso não chegou a acontecer. É preciso fazer a OLVE com atenção: ela deve começar na parte mais alta da cabeça e se estender até a ponta do dedão do pé.

Ainda segundo os pesquisadores, se a OLVE for feita corretamente, mesmo que a pessoa não atinja o EV, essa movimentação das energias, executada com frequência, por si só vai desobstruindo as energovias existentes dentro da estrutura do holossoma, trazendo com isso vários benefícios à saúde.

2 de abr. de 2014

Tai Chi no Parque OLHOS D´AGUA

O Prof. Marcus Evandro iniciou seus trabalhos nessa área, em 2002, como monitor de praticas de Tai Chi Chuan. Foi um dos primeiros professores do então criado horário das sete e meia, na entrequadra 104/105 norte, espaço conhecido hoje como Praça da Harmonia Universal - PHU, uma iniciativa de mais de quarenta anos, conduzida pelo estimado Mestre Woo.
Desde aquela época, o Prof. Marcus tem realizado esse trabalho de disseminação da cultura e da prática do Tai Chi como veiculo de saúde, equilíbrio mental e físico e longevidade.


Além das aulas na PHU, Marcus abriu turmas na Asa Sul, visando expandir, ainda mais, o trabalho do Mestre. Na entrequadra 105/106 Sul permaneceu por mais de cinco anos e na 204/205 Sul, por mais de oito anos. Em ambas deixou um legado de disciplina, compromisso e respeito ao próximo, além, é claro, dos benefícios do próprio Tai Chi Chuan compartilhados em cada aula. Essas turmas continuam ativas sob condução de outros monitores, nos mesmos moldes praticados, desde o inicio, pelo Mestre Woo.

Agora, inaugura-se uma nova fase: o Parque Olhos d'Agua!
Local onde a natureza é pródiga e nos propiciará maior captação e renovação de energia.
É importante registrar que as aulas são gratuitas e abertas a todos que queiram usufruir dos beneficios do Tai Chi.

Venha praticar conosco! Aula inaugural no feriado de 21 de abril, depois todas as segundas, quartas e sextas, das 7:30 as 8:30, no gramado do Parque Olhos d'Agua, na 414 norte.

5 de mar. de 2014

O que é o Estado Vibracional






O Estado Vibracional é um fenômeno que pode ocorrer de forma espontânea com qualquer pessoa. Não obstante, essa ocorrência do Estado Vibracional é bastante rara, tanto que são poucas e indiretas as referências sobre o mesmo ao longo da história.
Os principais relatos são encontrados nos livros sobre Experiências Fora do Corpo escritos a partir do Século XX. Nessas obras, alguns autores relatam a ocorrência de vibrações intensas em seus corpos antes e depois de uma experiência de projeção lúcida.

Acredita-se que o EV possa ocorrer de forma espontânea quando a pessoa entra em transe anímico-mediúnico, durante o êxtase místico que ocorre durante a realização de preces ou cerimônias religiosas, dentre outras situações bem específicas.

O EV também pode ocorrer de forma heteroinduzida, quando promovido por amparadores extrafisicos ou por uma pessoa expert em bioenergias e pode também ser autoinduzido. Nesse último caso, uma pessoa emprega uma técnica de mobilização das suas bioenergias pessoais ou ECs – Energias Conscienciais – para instalar o EV.

A técnica de indução do EV consiste, basicamente, em circular suas ECs do alto da cabeça (da parte mais elevada, do topo), até os pés (até a pontinha dos dedos dos pés) e vice versa, passando por todas (todas mesmo) as partes do corpo. Braços e pernas devem ficar unidos e descruzados a fim de formar um circuito único e coeso para as energias que circulam.

Esse processo deve ser feito com o uso da vontade focalizada e atenta e não com a imaginação. Pode-se ficar de pé ou sentado (deitado pode dar sono e a pessoa adormece). Mudanças na técnica, como por exemplo, fazer a energia circular de outras formas, ou passando por fora do corpo, tendem a dificultar a obtenção do EV ou provocar outros efeitos que podem ser confundidos como sendo ele.

A duração do EV, uma vez instalado, geralmente limita-se a uns poucos segundos. É possível mantê-lo instalado por mais tempo pelo uso da vontade.

Essa técnica já era conhecida na antiguidade, sabidamente na China, mas, perdeu-se ao longo do tempo. No início dos anos 80 ela foi redescoberta no Brasil, tendo sido aperfeiçoada e passando a ser divulgada de forma sistemática no âmbito daquilo o que acabou sendo denominado Conscienciologia.

A técnica ou processo é, ate certo ponto, paradoxal. Se por um lado é relativamente simples, na prática, existem muitos aspectos que podem influenciar a forma como é feita a circulação fechada das ECs. Isso acarreta em um período de aprendizagem da técnica que varia muito de pessoa para pessoa. O tempo e esforço necessário para produção dos primeiros EVs vão depender muito de sua disposição e habilidade.

O EV caracteriza-se por produzir sensações de arrepios ou eletricidade que espalham-se de forma progressiva por todo o corpo, promovendo uma expansão das ECs da pessoa e, eventualmente, promovendo outras repercussões em seu corpo físico e em suas ECs.

A simples circulação das ECs, mesmo que não seja atingido o EV, é muito benéfica pois tem a capacidade de ir desobstruindo sistematicamente bloqueios que vão se instalando e sendo reforçados ao longo da vida nas energovias que existem no holossoma da pessoa, (o conjunto dos corpos formado por soma, energossoma, psicossoma e mentalssoma) melhorando assim, de forma significativa sua saúde bioenergética.

A circulação fechada de energias e o EV proporcionam inúmeros benefícios ao praticante tais como:

-Desobstrução das energovias do holossoma;

-Desbloqueio dos chacras;

-Melhoria do padrão energético;

-Melhoria da saúde de um modo geral;

-Desassédio;

-Desacoplamento com energias intrusivas, gravitantes e negativas;

-Desassimilação simpática (DESASSIM);

-Aumento da sensibilidades parapsíquica;

-Desenvolvimento da sinalética bioenergética;

Por ser relativamente simples de executar e que pode ser rapidamente desenvolvida, aliada aos inúmeros benefícios que proporciona, faz com que a técnica do Estado Vibracional seja algo realmente formidável para qualquer pessoa, iniciante ou veterana no trato das ECs, que busque o autodomínio de seus processos bioenergéticos.

17 de fev. de 2014

Tai Chi Chuan: Arte marcial ou prática para a saúde?

Artigo publicado no Boletim Anual Edição nº2 – Março/2011 da WCTA-Br


























Por: Daniel Luz – Acupunturista e Instrutor de Taijiquan certificado pela WCTA-Br

O título deste artigo é uma pergunta propositadamente equivocada, porém útil na medida em que revela como as cisões típicas de nossa cultura informam a nossa maneira de entender e se relacionar com práticas originárias no Oriente. Por que digo que a pergunta é equivocada? Porque situa “arte marcial” e “prática de saúde” numa oposição ingênua, estranha à própria cultura onde se formou o tai chi chuan (doravante “taijiquan” na notação pinyin dos sons do mandarim).

Então vejamos: a palavra “wu”, que significa “marcial, militar, guerreiro”, é representada por um logograma composto por dois elementos pictográficos: “zhi”, um pé sem marcas indicativas de movimento, significando “parar, limite” e “ge”, uma alabarda (composta por “yi”, “estaca”, acrescido de “yi”, um traço horizontal que representa a lâmina afixada ao cabo). A ideia é “deter a agressão”. Dessa leitura infere-se que, na cultura tradicional chinesa (falando a grosso modo) a “arte marcial” por definição é a arte de “ parar as alabardas” ou limitar o conflito”.

Ocorre que na medicina chinesa a vida do homem não é vista como o funcionamento de um (bio)mecanismo, mas sim como o gerenciamento político de um estado imperial, em que o Coração ocupa o papel do Imperador. Este coordena os demais “atores políticos” que são os Zang fu (literalmente “palácios e solares (no sentido de residências)”, comumente traduzidos por “órgãos e vísceras”. Há rivalidades e afinidades naturais entre os zang fu, que interagem constantemente: o Pulmão, associado ao elemento metal, “ataca” o Fígado, associado ao elemento madeira, e modera seu crescimento, como o metal poda a madeira; por sua vez, é ele mesmo “atacado” pelo coração, que encarna o elemento fogo, o qual derrete o metal e assim impede que a ação do Pulmão passe de “moderação” à “destruição”.

Isto significa que, na medicina chinesa, mesmo na ordem vital saudável, há tensão constante; o que acontece é que ela é habilidosamente manejada para não se sair da harmonia e cair na enfermidade.

Portanto, trata-se aqui de uma cultura em que a arte do guerreiro não é trucidar o adversário, fazendo-o cessar de existir, mas sim detê-lo ou limitar a sua capacidade de agressão. Por outro lado, “saúde” não remete á ideia da paz da inação, da cessação dos conflitos: estes são vistos como inerentes à vida, e para se manter na saúde é preciso habilidade para administrá-los.

Demonstramos, portanto, que situar o taijiquan num esquema dicotômico tipo “arte marcial” X “ginástica para saúde” é equivocado. O taijiquan pode desempenhar inúmeros papéis sem se descaracterizar a tal ponto que se possa dizer “isso não é taijiquan”. Só para dar alguns exemplos, taijiquan é, ou pode ser, uma modalidade de atletismo (é uma especialização da faculdade de educação física, na China); uma prática de saúde; uma arte marcial; uma série de movimentos de alto valor estético; uma prática coletiva que cria um sentimento de comunidade e pertencimento; um elemento chave numa via de crescimento espiritual (budista, taoísta, católica...) e nenhuma dessas opções é mutuamente excludente. O taijiquan é uma arte de vastas possibilidades, singularmente acolhedora e generosa para com seus adeptos; tentar enquadrá-lo numa definição estreita é tão sensato quanto tentar enfiar um tigre numa gaveta.