8 de out de 2011

EM ALGUM LUGAR DO PASSADO

Muitas pessoas passam por nossa vida como verdadeiros mestres a nos ensinar; ensinar a perdoar, a agradecer, a meditar, a amar e, até mesmo, a nos colocar de frente conosco mesmos, a encarar nossas próprias idiossincrasias enfim, ensinando-nos a viver. Pessoas que  despertam em nós as vivências de sincronicidades e retrocognições.

Assista ao vídeo com a entrevista com Wagner Alegretti, especialista nesse assunto.

Há três meses li um lindo depoimento que deixou transparecer a emoção de um reencontro de almas com afinidades que nos remetem à certeza da serialidade das vidas intrafísicas, texto este publicado pela revista terceiro milênio.

Por sincronicidade, neste final de semana, assisti a um filme com diálogos interessantes, que vieram ao encontro da linha central do texto a que me referi.
“... e se você tem mesmo a vontade de considerar tudo que acontece nessa jornada como uma pista, e se você aceitar cada um que encontre no caminho como professor, e se estiver preparada, acima de tudo, para encarar (e perdoar) algumas realidades bem difíceis sobre você mesma… então a verdade não lhe será negada.” – Elizabeth Gilbert – (romance: Comer, rezar e amar)

 “ Quem assistiu a esse filme, cujo título encabeça este artigo deve lembrar o incrível recado que ele passa. A angústia do não entendimento de certos acontecimentos na vida que nos leva à busca por respostas. Em meio ao turbilhão de pensamentos, mesmo perdidos e sem compreendermos direito o porquê dos fatos, precisamos entender que tudo é um aprendizado e é necessário amadurecer.

Mas fatos reais estão aí a todo momento, deixando o seu recado. Uma dessas histórias reais e intensas teve seu início há dois anos, quando um rapaz de 37 anos (AKR), muito bonito, entra em minha sala para a entrevista inicial ou anamnese. Enquanto fazia as perguntas pertinentes aos dados que levariam ao diagnóstico em Medicina Chinesa, ele me surpreendia com uma frase a qual repetia várias vezes: “Que sorte ter encontrado vocês”! ...
Leia na integra o artigo de Kira Cavalcanti no site da revista Terceiro Milênio de junho/2011.

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