17 de jan. de 2016

" APRESENTANDO O TAO TE CHING "


Apresentando o Tao Te Ching
O Tao Te Ching, também grafado como "Tao Teh King", ou "Daodejing", é o livro fundamental da filosofia taoísta e sua autoria é atribuída a Lao Tzu (tbm transcrito como "Lao Tsé" ou "Laozi").

Sobre o título:
Tao: o Caminho
Te: o Poder desse Caminho
Ching: Clássico ou Cânone
Assim, temos "O Clássico do Caminho e seu Poder"

O Tao Te Ching começa com o célebre verso "O Tao que pode ser descrito em palavras não é o Tao permanente."

É interessante vermos muito rapidamente o verso no original: 道可道非常道。
A palavra Tao aparece TRÊS vezes. Na primeira e na terceira vez, como substantivo, mas na segunda, como verbo.
Brincando com as palavras, diríamos que o Tao que pode ser "Taozado" não é o Tao permanente.

O seu significado como substantivo é "Caminho, Ensinamento, Princípio Fundamental". E o seu significado como verbo é "Falar, relatar, enunciar". E, por apresentar tanto o aspecto de "Princípio Fundamental" quanto o de "Palavra", o Tao aproxima-se do Logos do Evangelho. Tanto que na tradução da bíblia para o chinês, escreve-se "No princípio era o Tao, e o Tao estava com Deus, e o Tao era Deus."

"O nome que pode ser nomeado não é o Nome permanente."

O verso é construído num exato paralelo do anterior: 名可名非常名. Assim, "Nome" é um dos atributos de um "Tao". O "nome que pode ser nomeado" corresponde ao "tao que pode ser descrito em palavras" - ambos não se referem àquilo que que é chamado de "permanente" por Lao Tzu.

Em seguida,
"O Sem Nome é o princípio do Céu e da Terra, o Com Nome é a mãe de todas as coisas."
無名天地之始
有名萬物之母

Aí se trata do Tao permanente em suas duas manifestações:
• "Sem Nome" (無名), o Tao amorfo primordial, existente desde antes do início, e, por isso, princípio do Céu - mundo espiritual () e da Terra - mundo material ().
• "Com Nome" (有名), o Tao do universo como o conhecemos, "Mãe" () das "Dez Mil Coisas" (萬物), ou seja, a base que gera, que produz, todas as coisas observáveis.

Finalizando o primeiro poema do Tao Te Ching:

此兩者
同出而異名
同謂之玄

玄之又玄
眾妙之門

Esses dois (o "com nome" e o "sem nome")
surgem juntos mas recebem denominações diferentes. Em conjunto, são chamados "Obscuro".

No Obscuro, há algo ainda mais obscuro, o portal para a multitude de maravilhas.

O taoísmo se prima por afastar-se dos extremos, pois o Tao está tão presente no espiritual quanto no material - ambos estão juntos. Um sacerdote que despreza o próprio corpo e um fisiculturista que não nutre seu espírito estão igualmente distantes do centro. E esse misterioso centro é o portal para as mil maravilhas.

Continuando a leitura do Tao Te Ching, os próximos versos dizem:

故常無欲
以觀其妙

常有欲
以觀其徼

"Assim, estando sempre sem desejo (cobiça), conseguimos contemplar seu mistério.
Estando sempre com desejo (cobiça), conseguimos contemplar seu contorno."

Apesar do Tao não poder ser descrito por palavras, nós podemos realizá-lo. A chave é não nos prendermos aos desejos, que nos arrastam de objeto em objeto, gerando insatisfação sem fim. Libertando-nos dos desejos, compreendemos a essência do Tao. Enquanto somos escravos dos desejos, apenas vislumbramos seu esboço.

9 de jul. de 2015

SHUAI SHOU GONG

Tradução: Aristein Woo 
Revisão: Yara Marcia
Método de treinamento interno, extremamente simples, que tem como objetivo principal aumentar a vitalidade do Qi e do Xue (fluido vital e sangue, respectivamente) do praticante, além de liberar os meridianos, harmonizar as articulações, relaxar o corpo e acalmar a mente.
Este método tem origem no Yijinjing, cujo significado é tornar fortes os tendões fracos, tratar o tendão doente, tornando-o firme. O Shuai shou estimula o corpo por meio da tração sobre o punho, palma, calcanhar, joelhos e os doze meridianos tendíneos, com movimentos de contração. Ao mesmo tempo, a prática contínua de shuai shou pode ampliar a capacidade torácica, nutrir o sangue e fluidos corporais no interior do corpo, chegando até a microcirculação sanguínea nas extremidades. O aumento da velocidade com que o Qi e o Sangue fluem promove a circulação, prevenindo a isquemia e facilitando a remoção de resíduos (toxinas) do interior do corpo.

Há vários relatos de cura de doenças crônicas em pessoas que passaram a praticar, diariamente, Shuai shou gong, como o caso de um senhor de quase 100 anos que há mais de 20 anos não consulta um médico, mantendo a saúde, o corpo firme e forte. Seu passo é firme e ágil, como se voasse.

Todos que desejarem ter saúde devem aprender e praticar esse exercício!

Principais Indicações
A prática do Shuai shou gong pode ajudar a tratar muitas doenças como o câncer de colón retal e outros males crônicos; pressão alta, doença hepática e cardíaca; neurastenia, bronquite, artrite, dor no ombro e problemas de pele, com efeito bastante significativo.

Além disso, pode ajudar a perda de peso.

Num caso de cura do câncer colorretal, foi necessário praticar a série mais de 2.000 vezes por dia. Após três meses de prática diária, foi feito um re-exame, descobrindo-se que o câncer havia desaparecido. A doença ficou sob controle.


Shuai shou gong na prática:
a) de pé, relaxe, faça três respirações profundas, mantendo a mente no presente;
b) os pés devem estar paralelos, à largura dos ombros;
c) mantenha os olhos ligeiramente fechados e ambas as mãos abertas, com as palmas voltadas para baixo;
d) balance os braços, com pouca força, para frente e para trás;
e) a cada dez repetições, flexione ambas as pernas e lance os braços, mais vigorosamente para trás.

Dicas:
a) em cada dia, praticar - disciplinadamente - essa série por pelo menos meia hora . Porém, quanto mais tempo, melhores os resultados!
b) após a prática, recomenda-se tomar uma xícara de água quente ou chá, que podem ajudar a melhorar a circulação sanguínea.
c) melhores efeitos podem ser obtidos se for possível “tirar uma soneca” , de vinte a trinta minutos, após o exercício.
d) o ideal é realizar a prática de estômago vazio. No entanto, como se trata de um exercício suave, pode ser realizado depois de certo tempo após as refeições, podendo ajudar a melhorar a digestão.




3 de jul. de 2015

Falece Waldo Vieira aos 83 anos

Trajetória e Legado do Criador da Conscienciologia

Transcrito do Blog Con-Ciencia e do Blog Estado Vibracional
Por Tony D’Andrea

02 de julho de 2015 – O fundador da Projeciologia e Conscienciologia, Waldo Vieira faleceu neste dia em Foz do Iguaçu aos 83 anos de idade. Convalescendo de uma operação cardíaca conduzida em São Paulo mês passado, Vieira entrou em coma ao sofrer um derrame em sua residência, e foi levado ao hospital Costa Cavalcanti onde permanecia em tratamento intensivo desde a semana passada.

Figura proeminente no cenário espiritualista brasileiro, Waldo Vieira renovou o campo de estudos parapsíquicos através da experiência fora do corpo. Professou que esta experiência é método privilegiado para a investigação do mundo extrafísico e subjetivo. Estes estudos resultam na Projeciologia. Vieira posteriormente se concentra no tópico da evolução da consciência, já com um estilo mais prescritivo e valorativo, codificado na Conscienciologia.

Não somente determina o caráter destas “neociências”, Vieira também se destaca como figura central na história do espiritismo e do movimento Nova Era brasileiros, catalisando um campo dinâmico de rearticulações culturais e ideológicas ainda em fluxo.

Carisma na Ciência
Através da história da ciência, novos sistemas são paradoxalmente implementados por lideranças de estilo carismático (Freud, Comte, Einstein, Vieira, etc.). A racionalidade pregada na geração de conhecimento se contrasta com interferências idiossincráticas de seus fundadores, popularizando novas ciências com desdobramentos institucionais específicos.

Com a morte do líder, este estilo carismático é gradualmente substituído por rotinas institucionais de tipo burocrático. Ainda que o futuro da Projeciologia e Conscienciologia esteja em aberto, os efeitos do estilo moralista imposto por Vieira constituem desafios que seus seguidores deverão agora confrontar.

Médico e parapsíquico, Vieira desenvolve um personalidade sui generis ao longo das décadas. Nascido em Monte Carmelo, Minas Gerais, em 18 de abril de 1932, filho do dentista Armante e da professora primária Aristina. Waldo atua no Movimento Espírita do interior de Minas, popular mas em tenso diálogo com o meio predominantemente católico. Ele se forma em odontologia e medicina na Universidade de Uberaba, e cresce como hábil debatedor público e médium de grande popularidade.

Desenvolve uma aparência intencionalmente marcante: vestido de branco, com farta barba de brancura marcante, sobrancelhas agudas, nariz fino, e olhar penetrante. Seus dons parapsíquicos são também notáveis: projetabilidade, mediunidade, clarividência, e manipulação de energias – chanceladas já na época de sua militância espírita.

Tudo isto caracteriza uma personalidade carismática de teor mágico. Waldo Vieira encarna os traços universais do mago-xamã, conforme listados por antropólogos como Mauss e Levi-Strauss. A profissão médica dispõe de forte poder simbólico em tradições mágicas e religiosas: o médico (tal como o xamã) lida com a vida e com a morte, sendo figura central na integração entre o mundo visível e invisível. No Brasil, médicos gozam de elevado status no espiritismo, na direção de centros e entrevistas públicas, na caracterização em novelas espíritas, e em sua influência política e ocupacional.

De Cronista à Profeta
Vieira vinha investigando a fenomenologia parapsíquica desde a década de 1970. Acumula uma biblioteca especializada com mais de 5,000 títulos. De médium espirita, irá se reinventar como pesquisador independente. Associa-se ao American Society for Psychic Research (USA) e a Society for Psychic Research (UK), ainda que comumente criticando colegas anglo-americanos de conservadorismo cientifico.

Sua trajetória se delineia em três grandes fases. A primeira (kardecista) compreende suas atividades no Movimento Espírita, onde atua como promitente médium e parceiro de Chico Xavier. Escrevem livros mediúnicos e coordenam sessões de assistência para multidões. Entretanto, Vieira se desaponta crescentemente com a ortodoxia kardecista que o desmotiva a estudar seus interesses em “animismo” e “desdobramento”. Ao longo dos anos 1970, ele gradualmente se afasta do Espiritismo, culminando em uma ruptura mais definitiva ao derredor de 1989. Se concentra em pesquisas parapsicológicas que prioriza, simultaneamente ao seu trabalho diário como médico cosmético em Ipanema, Rio de Janeiro.

Na segunda fase (projeciológica), Vieira analisa a fenomenologia extrafísica através de suas habilidades parapsíquicas, registradas em forma de crônicas extracorpóreas. Aqui ele ainda respeita a literatura parapsicológica. Em 1986, ele publica a sua magnum opus Projeciologia: Panorama das Experiências Fora-do-corpo, propondo uma “ciência do estudo do fenômeno da consciência e das energias para além dos limites do corpo físico”. Seguindo uma série de palestras públicas gratuitas em Ipanema, Vieira e associados fundam o Instituto Internacional de Projeciologia em 1989. Com a solidez institucional do IIP, o seu projeto toma uma guinada radical, rompendo com a abordagem fenomenológica, em favor de “assuntos avançados de ponta”, em especial, a “evolução da consciência” e o “serenismo”.

Na terceira fase (conscienciológica), Vieira adota um estilo explicitamente normativo, crescentemente moralista e combativo. Desconsiderando protocolos básicos do modelo cientifico, passa a sistematizar seus julgamentos de valor sobre a conduta evolutiva através de tipologias e terminologias bizantinas. Este processo se amplia após a publicação de seu segundo tomo em 1994, o 700 Experimentos da Conscienciologia, definida como “o estudo da consciência por meio de uma abordagem holística, holossomática, multidimensional, bioenergética, projetiva, autoconsciente e cosmoética.”
Este estilo ganha força com a mudança da sede para o Centro de Altos Estudos da Conscienciologia em Foz do Iguaçu no ano de 2002. Enquanto Vieira decide se afastar de decisões administrativas, o crescimento organizacional em rede começa a gerar atritos entre a nova direção e os antigos pioneiros. O curioso fenômeno dos “dissidentes” se torna comum.

Paradoxalmente, o moralismo conscienciológico de Waldo Vieira indica o afastamento do projeto inicial de se valorizar e construir uma “ciência”. Esta tensão é comum em paraciências em geral. Na passagem do descritivo ao normativo, a maior vítima foi a Projeciologia, relegada de “subdisciplina da parapsicologia” à “aplicação prática da Conscienciologia”.

A maioria dos conscienciólogos afirma que a Projeciologia e a Conscienciologia são independentes do Vieira. A viabilidade destas teria assim se autonomizado. Entretanto, a Conscienciologia se desenvolve na tensão entre a meta de uma ciência universal e a viabilização desta por vias carismáticas. “Dissidentes” lamentam a formação de um culto semirreligioso, enquanto conscienciólogos da casa vislumbram uma paraciência cosmopolita.

A Próxima Reencarnação
Sendo a reencarnação um princípio da Conscienciologia, o futuro de Waldo Vieira será fonte de especulações. Ao longo dos anos, ele ocasionalmente indicou a sua intenção de reencarnar-se na China. Em contraste com sua personalidade iconoclasta, os elogios são surpreendentes: “A China tem muitos problemas com comunismo e superpopulação. Mas, no geral, é a civilização que melhor trabalha com energias e a questão da serenidade, com muita gente boa trabalhando nisso, parte de sua tradição por muito tempo. E aqui no instituto temos entidades chinesas de alto nível trabalhando em nosso grupo de assistência. Elas tem energias muito positivas e refinadas. Coisa séria.”

Não por nada, ele e seguidores financiaram a tradução do tratadoProjeciologia para o mandarim, distribuindo dois mil exemplares para bibliotecas chinesas gratuitamente. Como afirmou, Vieira espera se deparar com este livro em uma vida futura, ajudando-o assim a recordar de seus esforços espirituais mais prontamente.

Recentemente, contudo, ele fez menção à Angola como possível berço para reencarnação. Tal declaração inusitada parece refletir a situação política interna na Conscienciologia, além de contrariar o arco cosmológico que construiu através das décadas. (Enfim, declarações intempestivas são típicas do líder carismático…). Vale notar, entretanto, que na recente modernização da África, chineses (engenheiros, gerentes, comerciantes, etc.) já compõem 1% da população de Angola.

Futuras gerações de conscienciólogos talvez tentem localizar o novo Vieira, seja como simples especulação, ou mesmo, através de expedições de identificação à la Dalai Lama. Nesta lógica, Vieira poderá retornar como um chinês estudante de Projeciologia vivendo em uma megalópole asiática; ou, quem sabe, em uma família de engenheiros chineses em Angola.

16 de mai. de 2015

As 24 formas essenciais do TAI CHI CHUAN

A partir da metade do século XX, o governo chinês, aliando-se a iniciativas pessoais, decidiu implantar programas de atividades corporais para fortalecer a saúde do povo, que estava afetado pela II Guerra Mundial, encerrada em 1945, e pela guerra civil, interrompida em 1949. É formado um comitê de experts que se debruça sobre o assunto e começa a elaborar uma série de programas de atividades físicas para promover a saúde nacional.

Video com registros fotográficos do dia Mundial do Tai Chi & Chi Gong
na PHU/Brasília em Abr/2015

A observação cuidadosa mostrava que os praticantes de Tai Chi Chuan tinham melhor saúde do que outras pessoas. Adoeciam menos e sofriam menos de doenças crônicas, como hipertensão arterial e diabetes. Mas as formas tradicionais do Tai Chi Chuan eram bastante complexas e longas, demandando um aprendizado bastante demorado. Além disso, não havia uma forma de consenso entre as diversas escolas. Assim, foi designada uma comissão formada por grandes mestres de Tai Chi Chuan: Chu Guiting, Fu Zhongwen e Gu Liuxin, coordenada pelo mestre Li Tianji, com o objetivo de elaborar uma forma de Tai Chi Chuan simples e curta. Assim, em 1956 foi apresentado o produto desse trabalho: a forma de Tai Chi Chuan Simplificada de 24 movimentos.

A forma de Tai Chi mais popular, Pequim simplificado - 24 movimentos. Apresentado por Angela Hsu Cantafio, campeã nacional e internacional. Filmada em vista lateral, Sydney-Austrália.
Câmera e edição de Dan Stefan, 2008.

Das sequências tradicionais do estilo Yang, o mais popular, foram retiradas as repetições, os golpes de maior complexidade, e simplificou-se a execução de vários movimentos. Ela pode ser executada, por inteiro, em 5-6 minutos. O número de movimentos é interessante, e faz-nos imaginar várias associações. Existem 12 meridianos principais em cada lado do corpo, totalizando 24. O dia tem 24 horas, na medida moderna. Oito é o número perfeito, e se o atribuirmos aos Três Poderes (Céu, Homem e Terra) obtemos a soma 24. Existem 24 períodos sazonais ao longo de um calendário tradicional chinês. Os alfabetos têm em torno desse número de letras.

Seja como for, a forma de 24 movimentos oferece uma porta ampla e um caminho fácil para adentrar o universo do Tai Chi Chuan. Se um praticante a executa milhares de vezes, vislumbra a grande essência do Tai Chi. Se a executa dezenas de milhares de vezes, cada movimento se torna uma letra, e ele, como um poeta, escreve as letras, as rimas e a poesia que formam o seu próprio, pessoal e único Tai Chi Chuan.

接受它。面對它。處理它。放下它。(聖嚴法師)

Orientação do mestre Sheng Yen para lidar com qualquer situação:
 "Acolha-a. Encare-a. Processe-a. Libere-a."

8 de abr. de 2015

OS CINCO PRINCÍPIOS DO TAI CHI CHUAN

"Tai Chi Chuan, a modalidade que é a Cara de Brasília".
Reportagem exibida no programa "+ Brasília", do SBT, que vai ao ar todo sábado as 14 horas, com apresentação de Mônica Nóbrega, falando sobre os benefícios dessa arte chinesa.

Prática gratuita de Tai Chi com o professor Marcus Evandro: toda segunda e quarta as 7:30 no parque Olhos d´Água - 414 norte.


Cinco diretrizes importantes e simples na aprendizagem do Tai Chi.

1) O primeiro: Relaxe, Sem tensão.
Ficar relaxado, ciente de seu corpo – Auto conscientização multidimensional. (mental, emocional, energético e físico)

2) "Suspender o topo da cabeça." 
Como um fio de prumo puxando o topo da cabeça.
Cabeça sempre em consonância com a coluna, em linha reta e centrada.

3) "Girar no eixo, não torcer."
Manter a estrutura corporal adquirida na prática do Zhan Zhuang (meditação em pé - "abraço da árvore")
Manter a coluna no eixo, sem dobra-la.
Manter a coluna em alinhamento e o fluxo do "Qi"(fluido vital), naturalmente, sem tensão na forma corporal.

4) "Separe o peso (claramente)."
Mudar e distribuir o peso das pernas uniformemente; algumas vezes, uma das pernas pode sustentar todo o peso. “Uma perna pesada como uma montanha e a outra leve como uma pluma”.

5) "Lady Beautiful hand." - "Senhora da Mão bonita."
Definido como um pulso reto e relaxado. (Não dobrado ou fechado promovendo o fluxo de Qi).
Pronto para receber, e sensível ao fluxo do Qi.
Lembrança constante do alinhamento com o fluxo natural do Qi.